Laser Pointers Can Cause Irreversible Vision Loss for Kids!

Used incorrectly, laser pointers can damage the retina of the eye and may cause some irreversible vision loss, according to researchers who treated four boys for these injuries.

Doctors, teachers and parents should be aware that this can happen, and limit children’s use of laser pointers, the authors write.

“This was initially thought of as a never event, that never happened,” said senior author Dr. David R. P. Almeida of VitreoRetinal Surgery, PA, in Minneapolis, Minnesota. “But we have four cases so it does happen sometimes,” though it’s still unusual.

The authors report on two 12-year-olds, one nine-year-old and one 16-year-old who came to a medical center with central vision loss and “blind spots” within hours to days after looking into or playing with a green or red laser pointer.

In one case, the boy looked at the reflection of a laser pointer in a mirror. Two others simply pointed the lasers at themselves, and the fourth was engaged in a “laser war” with a friend.

The researchers report in Pediatrics September 1st that three of the boys had potentially irreversible, although relatively mild, vision loss. One boy’s vision continued to worsen two weeks after the injury and eventually decreased to 20/40 best corrected visual acuity in both eyes, which is at or close to the limit for obtaining a driver’s license in most U.S. states.

“Long-term outcomes for these patients will be pretty mild vision loss,” Almeida said.

“Males may horse around with things more, or we just happened to have boys in our series,” Almeida told Reuters Health by phone. Injuries could be just as likely for girls.

He advises parents to be careful about where they buy laser pointers, as some retailers may not list the power rating or may list it incorrectly, and to limit use for kids under 14.

Most consumer laser pointers fall under class II or class IIIA level of safety according to the American National Standard Institute, with a power output of five milliwatts or less. But class 3B or class 4 level lasers may emit up to 500 milliwatts or more and these lasers may cause immediate eye hazard when viewed directly, Almeida and his coauthors write.

Retinal tissue in the back of the eye leads to the brain, and it has no ability to regenerate after tissue loss, Almeida said.

“One patient developed bleeding and needed an injection in the eye,” which can be particularly unpleasant for children, he said.

Kids may use laser pointers as long as they avoid improper use, Almeida said.

“Unsupervised use of these laser pointer devices among children should be discouraged, and there is a need for legislation to limit these devices in the pediatric population,” he and his coauthors write.

SOURCE: http://bit.ly/2c0egIz

Pediatrics 2016.

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Mais risco associado à SIDS – Síndrome da Morte Súbita do Recém-nascido

O risco para SIDS aumenta quando os bebês são enrolados e colocados para dormir de barriga para baixo ou de lado, de acordo com uma nova metanálise publicada em maio na revista Pediatrics.

“O risco significativo de SIDS ao se colocar a criança em prona ou de lado DOBRA quando o menor estava enrolado, e o risco associado à enrolar aumenta com a idade” escreve Anna S Pease, da Universidade de Bristol no Reino Unido.

Estar enrolado e colocado prona confere o maior risco para SIDS entre quatro estudos revisados, segundo os autores. Essa prática era rara entre os controles (1%) porém era bem mais frequente entre os casos de SIDS (8%). Para ambas posições prona e lateral, o risco de SIDS dobra quando o bebê também estava enrolado. Havia também um pequeno, porém significativo risco associado com SIDS em crianças enroladas e colocadas para dormir de costas.

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Divisão de alimentação responsável – Ellyn Satter

ELLYN SATTER’S DIVISION OF RESPONSIBILITY IN FEEDING
Children have natural ability with eating. They eat as much as they need, they grow in the way that is right for them, and they learn to eat the food their parents eat.
Step-by-step, throughout their growing-up years, they build
on their natural ability and become eating competent. Parents let them learn and grow with eating when they follow the Division of
Responsibility in Feeding.
The Division of Responsibility for infants:
*The parent is responsible for what.
*The child is responsible for how much (and everything else).
Parents choose breast- or formula-feeding, and help the infant be calm and organized. Then they feed smoothly, paying attention to
information coming from the baby about timing, tempo, frequency, and amounts.
The Division of Responsibility for babies making the transition to family food:
*The parent is still responsible for what, and is becoming responsible for when and where the child is fed.
*The child is still and always responsible for how much and whether to eat the foods offered by the parent.
Based on what the child can do, not on how old s/he is, parents guide the child’s transition from nipple feeding through semisolids,
then thick-and-lumpy food, to finger food at family meals.
The Division of Responsibility for toddlers through adolescents
*The parent is responsible for what, when, where.
*The child is responsible for how much and whether.
Fundamental to parents’ jobs is trusting children to determine how much and whether to eat from what parents provide. When parents do their jobs with feeding, children do their jobs with eating:
Parents’ feeding jobs:
*Choose and prepare the food.
*Provide regular meals and snacks.
*Make eating times pleasant.
*Step-by-step, show children by example how to behave at family mealtime.
*Be considerate of children’s lack of food experience without catering to likes and dislikes.
*Not let children have food or beverages (except for water) between meal and snack times.
*Let children grow up to get bodies that are right for them.
Children’s eating jobs:
*Children will eat.
*They will eat the amount they need.
*They will learn to eat the food their parents eat.
*They will grow predictably.
*They will learn to behave well at mealtime.

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Esclarecimento sobre as vacinas Influenza 2016

Com a ocorrência de casos graves e inclusive de óbitos por Influenza, num período muito anterior ao ocorrido no passado, houve uma explosão na procura por vacinas contra a Influenza.
A seguir, algumas explicações da Sociedade Brasileira de Pediatria:

Composição das vacinas 2016

Vacinas Trivalentes 2016

– A/California/7/2009 (H1N1)pdm09

– A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2)

– B/Brisbaine/60/2008

Vacinas Quadrivalentes

– A/California/7/2009 (H1N1)pdm09

– A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2)

– B/Brisbaine/60/2008

– B/Phuket/3073/2013

As vacinas Trivalentes e Quadrivalentes são em tudo semelhantes. A única diferença é o acréscimo de uma cepa B na última. Dependendo da circulação do vírus influenza B no ano, esse acréscimo pode ou não representar diferença expressiva. Em relação ao H1N1 atualmente circulando em algumas regiões brasileiras, a eficácia é a mesma.

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, ambas podem ser aplicadas em gestantes, o que também resulta em proteção do lactente nos primeiros quatro meses de vida. A Quadrivalente GSK está licenciada a partir de 3 anos de idade, enquanto a Quadrivalente Sanofi Pasteur está licenciada a partir de 6 meses de idade. Esta última deverá estar disponível a partir de 15/04.

A campanha do Sistema Único de Saúde está prevista para iniciar-se em 30 de abril, com diferenças regionais. Utilizará a vacina trivalente e será destinada a menores de 5 anos de idade, maiores de 60 anos, gestantes, puérperas e pacientes com comorbidades.

Mesmo aqueles que se vacinaram no último ano devem receber a vacina 2016, não só pela diferença em relação ao H3N2, mas também em decorrência da curta duração da imunidade que não ultrapassa um ano habitualmente.

José Geraldo Leite Ribeiro – CRMMG 13231

Pediatra, epidemiologista e mestre em medicina tropical.

Professor da FCMMG e FASEH.

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Zika vírus em pediatria – atualização crítica

Aqui vamos abordar rapidamente o que se sabe do Zika vírus em lactentes e crianças.
Existem vários fatores de risco para a infecção pelo Zica em lactentes e crianças. Lactentes nascidos de mães com possível infecção por Zika durante a gestação, podem estar em risco de infecção congênita. Mães com possível exposição ao vírus durante a gestação inclui aquelas que viajaram ou moram em áreas com transmissão local de Zika, ou que tiveram relação sexual não protegida com um parceiro que tenha viajado ou more em área afetada.
Crianças nascidas de gestantes que viajaram ou moram em áreas afetadas duas semanas do parto estão em risco de infecção perinatal (“ao redor do parto”).
Crianças maiores que tenham viajado ou morem em áreas afetadas nas últimas duas semanas estão em risco do vírus através da picada de insetos.
Adolescentes também podem se expor através de relação sexual com parceiro que tenha viajado ou more em área afetada.

Avaliação e manejo
Baseado em dados ainda muito limitados, as manifestações clínicas em crianças são semelhantes daqueles grupos de idade maior, e incluem mais comumente rash, febre, conjuntivite não purulenta e artralgia.
Apesar de artralgia ser difícil de ser avaliada em crianças pequenas, achados sugestivos são a recusa de mover algum membro, dor à palpação ou à mobilização passiva, marcha anormal, irritabilidade.
O espectro da infecção em recém-nascidos infectados no período perinatal é desconhecido nesse momento. Baseado nas evidências atuais, a doença em crianças é geralmente leve e auto-limitada.
Hospitalização e morte são raramente descritos.
O tratamento para Zika é de suporte e não há vacina disponível no momento.
Profissionais da saúde podem ajudar as famílias a evitar a exposição ao Zika promovendo informação sobre como evitar a picada do mosquito

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Texto da SBP sobre repelente em crianças

Uso do repelente de insetos em crianças
1. Evitando os mosquitos (1)
a. Proteção mecânica: utilize roupas com as mangas longas e calças compridas. As roupas finas não impedem as picadas, preferir tecidos de trama mais fechada e mais grossos. Evite roupas escuras (atraem mais insetos) e as roupas que ficam muito coladas ao corpo pois elas permitem a picada. O uso de perfumes pode atrair alguns insetos e deve ser evitado nas crianças. Algumas roupas já vêm tratadas com substâncias repelentes (geralmente artigos esportivos como camisas para camping e pesca).
b. Nos períodos do nascer e do pôr do sol as janelas devem ficar fechadas, o que reduz a entrada de muitos mosquitos. Os mosquitos como o Aedes atacam mais durante as primeiras horas da manhã e no final da tarde, mas podem picar à noite se houver suficiente luz artificial. São encontrados em locais abertos e possuem predileção pelo tornozelo, então a criança deve ser protegida quando está brincando fora de casa, com roupas que cubram esta parte do corpo(2). O uso do ar condicionado ajuda a manter os mosquitos afastados.
c. Existem produtos que podem ser utilizados nas roupas como a permetrina 0,5% em spray (para ser aplicada APENAS nas roupas e telas de janelas e NÃO diretamente sobre a pele).
d. Instalação de telas e mosquiteiros. Eles podem ser tratados com a permetrina em spray ou alguns já estão disponíveis com a substância com ação repelente.
e. A dedetização por empresa especializada reduz a quantidade de mosquitos na casa, mas deve-se seguir todas as orientações de tempo de afastamento da casa e limpeza após a sua realização.
f. Os repelentes elétricos (com liberação de inseticidas) são úteis e diminuem a entrada dos mosquitos quando colocados próximos das janelas e portas. Deve-se tomar cuidado com os repelentes líquidos que podem ser retirados da tomada pela criança e acidentalmente ingeridos.
g. Aparelhos ultrassônicos ou que emitem luzes não possuem eficácia comprovada.
h. Realizar a limpeza do terreno da casa e, se possível, de terrenos, praças ou casas próximas, além da retirada de lixo e entulhos que possam acumular água parada que servem como local de criação de novos mosquitos.
2. Uso de repelentes: os repelentes tópicos podem ser usados para passeios em locais com maior número de insetos como praias, fazendas e chácaras, não devendo ser utilizado durante o sono ou por períodos prolongados. Na tabela 1 (3), constam alguns dos repelentes existentes no Brasil e suas respectivas concentrações da substância ativa. Eles atuam formando uma camada de vapor com odor que afasta os insetos. Sua eficácia pode ser alterada pela concentração da substância ativa, por substâncias exaladas
pela própria pele, fragrâncias florais, umidade, gênero (menor eficácia em mulheres), de modo que um repelente não protege de maneira igual a todas as pessoas.
a. Abaixo de 6 meses – não há estudos nessa faixa etária sobre segurança dos repelentes e extrapola-se o uso dos recomendados para bebês acima de 6 meses em caso de exposição inevitável e com orientação médica.
b. Acima dos 6 meses – IR3535 – protege por cerca de 4 horas. É usado na Europa há vários anos e, em concentrações de 20% é eficaz, mas os estudos diferem quanto ao período de ação contra o Aedes aegypti que parece ser muito curto.
c. Acima de 2 anos – os que contém DEET são os mais utilizados. Quanto maior a concentração da substância, mais longa é a duração do seu efeito, com um platô entre 30 e 50%. Uma formulação com cerca de 5% de DEET confere proteção por aproximadamente 90 minutos, com 7% de DEET a proteção dura quase 2 horas e com 20% de DEET a proteção é de 5 horas. A concentração máxima para uso em crianças varia de país para país: nos EUA a Academia Americana de Pediatria recomenda concentrações de até 30% para crianças acima de 2 anos. A Sociedade Canadense de Pediatria preconiza repelentes com até 10% de DEET para crianças de 6 meses a 12 anos e autores franceses, concentrações de até 30% para crianças entre 30 meses e 12 anos. Há consenso quanto a se evitar a aplicação em crianças menores de 6 meses. A maioria dos repelentes disponíveis no Brasil possuem menos de 10% de DEET.
A restrição da concentração de DEET a 15% ou menor baseada na toxicidade em animais pode resultar em doses insuficientes para a prevenção de doenças potencialmente graves (4) como a Dengue e a Zika a. Assim, o risco da toxicidade deve ser devidamente pesado em relação ao risco da doença. A associação de baixas concentrações de DEET com outros inseticidas está em estudo e parece ser promissora para evitar a resistência aos repelentes atualmente disponíveis. (5)
d. Icaridina – em concentrações de 10% confere proteção por 3 a 5 horas e a 20%, de 8 a 10 horas. Deriva da pimenta e permite aplicações mais espaçadas que o DEET, com eficácia comparável. Parece ser mais potente contra o Aedes Aegypti do que o DEET e o IR3535 e está liberado para uso acima de 2 anos.
e. Óleos naturais: são os mais antigos repelentes conhecidos e parecem ter eficácia razoável. Porém, por serem altamente voláteis (evaporam rápido), protegem por pouco tempo. Um estudo mostrou que o óleo de soja a 2% conferiu proteção contra o Aedes por quase 1 hora e meia. O óleo de citronela por evaporar muito rápido, fornece proteção muito curta. Óleo de andiroba puro mostrou ser muito menos efetivo que o DEET. Óleo de capim-limão teve seu princípio ativo isolado (PMD) e em concentração de 30% é comparável ao DEET a 20%, sendo o mais efetivo dos óleos naturais.
f. Esses produtos podem causar reações alérgicas locais e sistêmicas e devem ser usados com cautela e, preferencialmente, com a orientação do Pediatra.
g. Atenção ao utilizar pulseiras de citronela, pois além da baixa eficácia(6) já foram relatados casos de alergia no local do contato com a pele.
3. Orientação quanto à aplicação dos repelentes:
a. NUNCA aplicar na mão da criança para que ela mesma espalhe no corpo. Elas podem esfregar os olhos ou mesmo colocar a mão na boca.
b. Aplicar a quantidade e intervalo recomendados pelo fabricante, lembrando que a maioria dos repelentes atuam até 4cm do local da aplicação.
c. NÃO aplicar próximo da boca, nariz, olhos ou sobre machucados na pele e seguir as orientações do fabricante guardando a bula ou embalagem para posterior consulta, em caso de ingestão ou efeitos adversos.
d. Assim que não for mais necessário o repelente deve ser retirado com um banho com água e sabonete.
e. NÃO permitir que a criança durma com o repelente aplicado. Apesar de seguro se usado corretamente o repelente é uma substância química e pode causar reações alérgicas ou intoxicações na criança quando utilizado em excesso.
f. Em locais muito quentes (temperaturas maiores que 30 graus) ou em crianças que suam muito, os fabricantes recomendam reaplicações mais frequentes.
g. Repelentes com hidratantes ou protetores solares devem ser evitados, pois essas associações não são recomendadas em crianças. Os repelentes reagem com os protetores solares e acabam por reduzir o efeito do protetor quando aplicados juntos. Pode-se aplicar o protetor solar e após 20 a 40 minutos realizar a aplicação do repelente escolhido.
h. A apresentação em loção cremosa é mais segura do que a apresentação em spray e deve ser preferida nas crianças.

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Milhões de mulheres em risco de gestações com exposição ao alcool

Millions of Women at Risk for Alcohol-Exposed Pregnancies
Marcia Frellick
February 02, 2016

Milhões de mulheres em risco de gestações expostas ao álcool.

Estima-se que 3,3 milhões de mulheres entre 15 e 44 anos, nos EUA, estão em risco de expor o seu bebê em desenvolvimento ao álcool, pois estão bebendo e não estão usando métodos anticoncepcionais, segundo os últimos relatórios do CDC.
O uso de álcool durante a gestação pode causar alterações físicas, comportamentais e alterações cognitivas que podem durar a vida toda. Espectro de alterações alcoólicas fetais (FADs, em inglês) são condições totalmente prevenireis, e mesmo assim, o CDC estima que hajam nascimentos FADs em torno de 2-5% das gestações.
Segundo a diretora do CDC Anne Schuchat, 3 em cada 4 mulheres que desejam engravidar o quanto antes estão consumindo álcool.
Ainda, metade de todas as gestações nos EUA não são planejadas. E mesmo as programadas, as mulheres podem não saber que estão grávidas até 4 a 6 semanas após a concepção, e podem continuar bebendo nesse período.
O álcool pode afetar negativamente o feto mesmo nas primeiras semanas.
Conforme noticiado anteriormente, a Academia Americana de Pediatria reforça que nenhuma quantidade de álcool é segura em qualquer trimestre da gestação.
Especificamente, no primeiro trimestre, beber versus não beber produz até 12 vezes mais chance de dar à luz uma criança com FADs, no primeiro e segundo trimestres, a chance aumenta para 61 vezes, e nos três trimestres até 65 vezes.
A Dra Schuchat resume seu conselho às mulheres: “pare de beber se você está tentando engravidar ou se pode engravidar. Pergunte ao seu parceiro, famílias e amigos para ajudar você na sua escolha de não beber durante a gestação ou enquanto está tentando.”
Um número muito menor de mulheres bebê quando sabem que estão grávidas, cerca de 10%, segundo as últimas pesquisas.

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Alerta do CDC: Influenza grave!

CDC Alert: Severe Influenza Illness Reported
Marcia Frellick | Disclosures
February 01, 2016

O CDC alerta: Influenza grave!

O centro de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC) recebeu vários documentos de doença grave causada pelo influenza e algumas mortes, e hoje emitiu um alerta recomendando que médicos iniciem rapidamente o tratamento para casos suspeitos em pacientes de alto risco.
Clínicos são aconselhados a tratar casos suspeitos em pacientes de alto risco, aqueles com doença progressiva, e todos os internados com medicações antivirais, independente da negatividade dos exames iniciais, assim como também não aguardar os resultados definitivos para iniciar o tratamento.
Pacientes de alto risco incluem:
– crianças menores de 2 anos;
– adultos acima de 65 anos;
– pessoas com doença pulmonar crônica, incluindo asma, doença cardiovascular (exceto hipertensão isolada), doença renal, hematológica, incluindo anemia falciforme, doenças metabólicas, incluindo diabetes mellitus, ou neurológica;
– pessoas com imunodepressão, incluindo a causada por medicações ou HIV;
– gestantes ou mulheres no pós-parto (até 2 semanas);
– pessoas menores de 19 anos com terapia a longo prazo com aspirina;
– populações especiais (indígenas e nativos do Alasca);
– pessoas com obesidade mórbida ( IMC acima de 40);
– pessoas institucionalizadas.

O tratamento antiviral deve ser iniciado o quanto antes, idealmente dentro de 48h do início. Mesmo após 48h o tratamento ainda pode ser benéfico em pacientes com casos graves, doença progressiva ou com complicações.
Todas as crianças acima de 6 meses que não foram vacinadas devem procurar locais de vacinação.
Entretanto, mesmo em pacientes vacinados, aqueles com sinais e sintomas clínicos devem receber o tratamento imediato.
Desde outubro o CDC Detectou a co-circulação de Influenza A(H3N2), A(H1N1)pdm09, e influenza B. No entanto, o H1N1pdm09 tem predominado nas últimas semanas. O CDC foi notificado de casos respiratórios graves entre adultos jovens com essa infecção, alguns com internação em UTI e relatos de óbitos.
Apesar dos casos ainda serem poucos, comparados com o do ano anterior, estão crescendo.

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Otitis Media: New Guideline Includes Screening At-Risk Kids
Marcia Frellick
February 04, 2016

Novos guidelines da Academia Americana de Otorrinolaringologia recomendam mudanças nas praticas para otite média com efusão (OME).
As mudanças do último guideline, publicado em 2004, incluem a recomendação de screening para algumas crianças de risco, ou aquelas com dificuldades de desenvolvimento, síndromes, ou condições que as coloquem em risco para OME.
Crianças no grupo de alto risco são desproporcionalmente afetados por secreção no ouvido médio, e os sintomas são difíceis de perceber.
“Nós estamos recomendando uma primeira avaliação entre 12 e 18 meses para essas criancas.” Dr Rosenfeld, coordenador do guideline.
“O guideline anterior dizia: não faça screening para ninguém, não irá ajudar. Ainda estamos dizendo, não faça screening nas crianças saudáveis.”
Outra recomendação reforça o guideline anterior contra a utilização de qualquer terapia medicamentosa, exceto sob circunstâncias excepcionais.
“Nessa versão, estamos dizendo: não faça. Ponto. Não há nenhuma boa razão para utilizar sejam antibióticos, esteroides, anti-histamínicos, corticoides nasais e descongestionantes.” diz o Dr Rosenfeld.
Uma das falhas mais cometidas pelos médicos desde o último guideline, é que de 15-20% das crianças que deveriam estar fazendo testes auditivos de rotina não o estão.
De acordo com as novas recomendações, remover as adenóides não é mais recomendado para tratar OME Crianças menores de 4 anos. As evidências atuais mostraram que não há benefício em utilizar a adenoidectomia como intervenção para OME em menores de 4 anos.
“O guideline antigo estava bastante ultrapassado” diz Dr Rosenfeld, que acrescenta que atualmente eles devem ser atualizados no máximo a cada 5 anos.
Cerca de 90% das crianças até 5 anos vão apresentar líquido no ouvido, e isso é mais importante naqueles com dificuldades de desenvolvimento. Aproximadamente 2,2 milhões de novos casos de OME são diagnosticados cada ano nos EUA, com um custo de US$ 4 bilhões.

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War and Peace at the Dinner Table: Advising Parents of Picky Eaters

Sort of an ARFID-y Kid

I am Dr Katherine Dahlsgaard. I am lead psychologist of the Anxiety Behaviors Clinic in the Department of Child and Adolescent Psychiatry and Behavioral Sciences at the Children’s Hospital of Philadelphia. I am here today to talk to you about the scourge of our age—extremely picky eating—those patients of yours who eat a total of four foods and have driven their parents crazy. These are not the toddlers who are going through the “ew” phase, but those 8- to 12-year-olds who are so picky that it is causing true functional impairment.
I often refer to this as “selective eating disorder.” The technical term is avoidant/restrictive food intake disorder (ARFID). ARFID came of age with the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-5). In the DSM-IV, if a child had extreme picky eating or selective eating disorder such that it was causing functional impairment, you had to diagnose the child with “eating disorder not otherwise specified”—not that they had anorexia or bulimia, but that they had disordered eating. Now we have a word for it, and the adjective is “ARFID-y,” as in “He is sort of an AFRID-y kid.”

Blame the Food Culture

Why should we care about ARFID? The first reason is because of the prevalence. I called it the “scourge of our age.” ARFID is increasing in rate and prevalence in every single Western country that is keeping data. We don’t know why, but it has something to do with our food culture—our national eating disorder. We are a culture that has never known as much plenty in terms of food and yet the rates of food sensitivities, dietary restrictions, interest in food, and funny rules about food seem to be increasing among adults, so it shouldn’t surprise us that we are seeing more ARFID among children.
The second reason why we should care about ARFID is that it is medically compromising. These children typically eat only four foods, and usually it is carbohydrates: foods such as chicken nuggets, buttered noodles, plain bagels, and macaroni and cheese. These children eat foods that are like a bride’s dress, in shades of ivory, white, or beige. The problem is that they might be getting enough calories to be of normal or even above average weight, although many of the children that I work with are quite thin and underweight. They are often medically compromised. Eating only carbohydrates and sugars is a good way to be malnourished.

Picky Eating: Myths and Misery

These children don’t have sensory sensitivities. Many parents and healthcare professionals think that the reason they are selective is because of sensory sensitivities: They just can’t tolerate the chewiness of meat; they just can’t tolerate the crispness of vegetables. However, these kids will typically eat any kind of simple carbohydrate or junk food. They tolerate the crispness of potato chips and Doritos® and the chewiness of candy, so it really isn’t sensory sensitivity.

Another reason to care about ARFID is that many children don’t outgrow it. People think that if they just leave it alone, these kids will grow out of it. The research says that a significant minority do not outgrow it and become that man or woman who goes to dinner at someone’s house and annoys everyone.
The final reason that we should care about ARFID is the misery that it causes the family. I treat many extremely anxious kids who are incredibly compromised by their anxiety, and it has taken over the whole family. It pales in comparison to the misery caused by selective eating disorder. Every meal is a battle. Parents feel like terrible parents. Vacations are messed up because they can’t find a McDonald’s in Italy. When they finally find one, it is 90 minutes away and the McNuggets don’t taste the same as they do in the United States, and the child is falling over with hunger. It is very tough on families and kids.
What to Do: Mealtime Hygiene

What should you do about it as a physician? The first thing I suggest is that you don’t “pooh-pooh” it. That is the number-one complaint I get from the families of picky eaters: They went to the pediatrician and she said, “Eh, he will grow out of it.” Many of these children will grow out of it, but the parents could really use some quick advice from you.

I suggest the following advice. First, insist that parents have good mealtime hygiene. Children have become snackers and grazers and moms have become vending machines with their large purses. Even Home Depot sells candy in the checkout aisles. Children are snacking and grazing all day and they don’t come to the table hungry. Parents also truly don’t know that they are allowed to let their children be hungry until mealtimes and that children will eat much better if they are hungry. Let parents know that children should eat three square meals and maybe two or three snacks a day, and that there should be at least 2 hours between a snack and a meal or between meals. Many of the families of picky eaters forego snacks entirely so that their children sit down very hungry to eat. They send me emails, raving that cutting out snacks was the best thing they have ever done for their families.

Palate-Expanding Exposure

You should also suggest to parents that exposure works to help their children accept new foods. By exposure, I mean putting the food in front of the child and insisting that the child chew it and swallow it, not just having in on the plate or on the table, but actually chewing and swallowing the food. Parents are loath to insist on this for various reasons. They are afraid that their child will develop an eating disorder if there are rules about eating. I tell parents—and they find this extremely helpful—that we make children do things that they don’t want to do all the time. It’s called being a good parent. We make them go to bed and we make them wear their seatbelt because we know better than they do. Food is the same thing. We know better that if you keep trying something you will eventually like it.
The other thing you should tell parents about exposure is that it is okay to insist that the child chews and swallows a food even if he or she doesn’t like it. The number of times that a food must be chewed, tasted, and swallowed before it will be accepted is eight to 15. The average parent puts the food in front of the child, and if the child rejects it three to five times, the parent tends to give up. Tell parents about the eight to 15 times minimum. Also let them know that their child does not have to like the food. The child just needs to be able to tolerate it. Eventually, with enough exposure, the child will come to like the food because that is the way our brains work. They need to keep exposing the child to food and expecting the child to eat it because the child’s palate will expand. Even if the child doesn’t grow to like the food, he or she will tolerate eating it without complaint.
Busting Bigger Myths: Reward and Punishment

You can also let parents know that they are well within their rights as parents to use contingency management procedures to encourage kids to eat these foods. In other words, parents are allowed to reward their children for trying, swallowing, chewing, and tasting new foods. Parents always say the following to me: “I had to bribe him to eat broccoli.” The answer is that rewards are not bribes. A bribe is giving someone $10,000 to throw a fight. Bribes don’t work. The bribed person already has what he or she wants. They have no reason to follow through with the behavior. A reward is when the child performs the wanted behavior and then gets the prize. A good example of a reward is a paycheck. Rewards are the way that the world works, and it is okay for parents to reward their kids with dessert for eating their broccoli. It is okay to withhold dessert if the child doesn’t eat the broccoli. That is fine. Parents are not going to give their kids eating disorders by using rewards or punishments around food. There is no good evidence for that. Contingency management procedures are well established in the literature. It is very clear that many children will eat for rewards, and it is okay to do.

With my extremely picky eaters, I find that no reward will make them eat broccoli or deli meat or, heaven forbid, a different brand of pizza. I find that with these children, parents really do need to employ a response cost, which is saying that if you don’t make this response, it will cost you this. In other words, you need to earn screen time after dinner by eating a couple of bites of this every night. The clinician can let parents know that all screen time should be earned. A great way to earn screen time after dinner is to try a new food, and this should be the new normal in this house. Every night, your child should be required to eat a bite of a new or nonpreferred food, and after a while it will become routine. It is just like brushing your teeth. It is the only way that their palates will expand.
Final Advice

To summarize, try not to pooh-pooh picky eating. Insist that the parents use good mealtime hygiene so that their children come to the table hungry. Give moms and dads permission to not be mobile vending machines. Let them know that there is no shame in rewarding their children for trying new things and that, in fact, repeated exposure (at least eight to 15 times) will help their children to expand their palates. Finally, be a cheerleader for parents. They are exhausted with the mealtime battles, and an optimistic “never give up” attitude is something that parents need to hear. This problem won’t resolve overnight. It won’t resolve in a couple of weeks or months. This is a years-long project, but let parents know that with a smile.

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